O Ego Inflado do Rubinhow
   Filho do mundo!

Acabou-se o espaço... mas continuamos no endereço a seguir:

http://egoinflado2.zip.net/

 

Não deixem de entrar....

abraço a todos



 Escrito por Rubinhow às 18h48
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Ritz...Ritz...Ritz...Ritz...Ritz...Ritz...Ritz...Ritz...Ritz...Ritz...Ritz...Ritz...Ritz...Ritz...

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Ritz...Ritz...

Ritz...

...positive vibration



 Escrito por Rubinhow às 22h31
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   Saúde

   A voz trovoada de Zélia sentadinha em um banquinho com o seu clássico violãozinho, cordas e palmas. É uma das releituras mais perfeitas da poesia ruiva. As vezes a gente lembra de tudo e esquece de nós mesmos. As vezes a gente esquece de tudo e só lembra do espelho. Vou cuidar um tantinho mais de mim e fazer muita gente feliz. Qual é o problema disso? Deixar o sol queimar a pele, deixar a faca arrancar pedaços e ainda odiar o mundo como amamos nosso próprio reflexo? Não preciso de rugas para me interrogar, não preciso de luz para saber quem sou eu...

...e eu ainda sou!

 

Saúde
Rita Lee - Roberto de Carvalho

Me cansei de lero-lero
Dá licença mas eu vou sair do sério
Quero mais saúde
Me cansei de escutar opiniões
De como ter um mundo melhor
Mas ninguém sai de cima
Nesse chove-não-molha
Eu sei que agora
Eu vou é cuidar mais de mim!

Como vai, tudo bem
Apesar, contudo, todavia, mas, porém
As águas vão rolar
Não vou chorar
Se por acaso morrer do coração
É sinal que amei demais
Mas enquanto estou viva
Cheia de graça
Talvez ainda faça
Um monte de gente feliz!



 Escrito por Rubinhow às 20h20
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   Cordas nas mãos

   Mais uma vez. Santos e arcanjos existem e tocam instrumentos musicais ligados na tomada. Estes, talvez para sempre, estarão aqui por perto de minh´alma livre. Este, que fica iludido por uma canção em lá menor, maltratando tanto o sofrimento angustiado. Ao mesmo tempo, o poder de um mi maior, seu brom-brom de blues tocando mais bravorosamente pelas cordas maiores, cordas sagradas que levantam um astro dançante e de tão afetuoso pelo chão, dormiu em meu esqueleto.

   O ré menor com sétima, milagreiro. Batido em bate-rebate fizeram me olhar no espelho e tentar refazer o que fizeram. O drama sequencial de um mi, sol, lá, onde a batida da canção me fez chorar de dor, ou sei lá o que seria aquilo. Um lá em quarta, mostrou o lado bom da solidão. Tal prisão. Grades, ferro, concreto e madeira entreaberta que não deixam existir a tal liberdade da alma.



 Escrito por Rubinhow às 00h42
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